Constelação familiar: um outro olhar sobre os dramas profundos

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Abrir-se para um novo olhar sobre a realidade, essa costuma ser uma das chaves para o sucesso no processo psicoterapêutico. Com essa perspectiva, a constelação familiar, técnica criada pelo alemão Bert Hellinger, vem ganhando cada vez mais adeptos. A constelação pode ser realizada com representantes em encontros, ou em consultório com bonecos e outras ferramentas.

Na constelação cria-se um campo que evidencia, entre outros fatores, situações do sistema familiar, no qual há uma lógica de vínculo e compensação, em que inocentes costumam pagar por culpados. Sob esse prisma, é possível buscar soluções para sofrimentos profundos, dramas familiares, doenças graves, acidentes ou suicídios que se repetem em diferentes gerações.

A consciência humana e seus aspectos essenciais são trabalhados na constelação, de modo a buscar o equilíbrio. Existe diferença entre o que é oculto e o que é sentido no plano da consciência. Isso independe daquilo que é estabelecido como critério lógico ou bom senso, pois essa consciência leva em conta questões da essência da alma humana.

O equilíbrio sistêmico gera bem-estar e pode ser a solução para questões relacionadas à consciência humana nas relações familiares e amorosas, problemas de saúde, perdas e luto, comportamentos destrutivos e sofrimentos emocionais de toda ordem.

Texto escrito por Daniella Sinotti, psicoterapeuta transpessoal sistêmica e jornalista.

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